Protesto veementemente
contra esse sentimento pendente
na corda-bamba da vida.
Rejeito a saudade escondida
no bolsinho de trás do coração.
Não abro mão da ternura
se cai do teto,
se a sala é escura,
se o caminho que era reto ficou torto.
E repudio o lamento que cai a cada despedida a queima-roupa,
que acaba perdendo-se no vento.
Mas, sobretudo,
exijo um tapete de veludo
para os passos que eu ainda quero dar.
Se você não se julgar capacitado,
esqueça a cena do beijo apaixonado
devolva o tema,
desligue o som,
contra esse sentimento pendente
na corda-bamba da vida.
Rejeito a saudade escondida
no bolsinho de trás do coração.
Não abro mão da ternura
se cai do teto,
se a sala é escura,
se o caminho que era reto ficou torto.
E repudio o lamento que cai a cada despedida a queima-roupa,
que acaba perdendo-se no vento.
Mas, sobretudo,
exijo um tapete de veludo
para os passos que eu ainda quero dar.
Se você não se julgar capacitado,
esqueça a cena do beijo apaixonado
devolva o tema,
desligue o som,
apague a imagem na parede da sala.
De tudo que foi bom, eu guardo o espanto
por tê-lo achado e me perdido tanto,
por ter fundido meu tempo em sua hora.
Acertadas assim as diferenças,
Guarda-se o sonho no canto da despensa,
escreve-se um adeus - e vai-se embora.
por tê-lo achado e me perdido tanto,
por ter fundido meu tempo em sua hora.
Acertadas assim as diferenças,
Guarda-se o sonho no canto da despensa,
escreve-se um adeus - e vai-se embora.
